Boas Vindas

Seja bem vindo ao blog de física dos segundos anos do Colégio Energia de Blumenau.
Aqui serão postados os trabalhos sobre a influência da luz e do som na forma com que percebemos o mundo a nossa volta.
Falaremos sobre dois sentidos que nos enchem de informações sobre tudo: a Visão e a Audição.
GRUPO 10 - 2C
in 2C, Equipe 10-C on 17/11/2009
Após isso,a imagem chega até a íris, que é um tecido muscular que em seu centro contém uma abertura ajustável chamada de pupila. A íris tem sua cor definida pela quantidade de melanócitos, é ela que regula a quantidade de luz por meio da pupila.
A pupila fica localizada no centro do olho, quanto maior a pupila, maior a quantidade de luz que entra no olho. Porque a cor da pupila é escura: Porque a maior parte da luz que entra no olho é absorvida, não refletida. A pupila se dilata em lugares escuros, permitindo uma boa visão ao homem, e se contrai quando estamos em ambientes com muita luz,ou quando focamos em algum objeto.
Em seguida da pupila, temos o cristalino que são céum conjunto de células epiteliais, que serve para focar objetos, que estão em distancias diferentes,conhecido também como acomodação. O cristalino é responsável por produzir uma imagem invertida, no caso,tudo o que vemos passa pelo cristalino de cabeça para baixo, porém nosso cérebro converte para a posição correta.
Logo após,temos a retina, que é a parte mais interna do olho,sensível a luz. Ela tem um nervo optico,que a conecta ao cérebro,que o interpreta e nos permite ver os objetos nas posições em que realmente se encontram. Nosso cérebro reúne em uma só imagem os impulsos nervosos provenientes dos dois olhos. A capacidade do aparelho visual humano para perceber os relevos deve-se ao fato de serem diferentes as imagens que cada olho envia ao cérebro. Com somente um dos olhos, temos noção de apenas duas dimensões dos objetos: largura e altura. Com os dois olhos, passamos a ter noção da terceira dimensão, a profundidade.
A miopia é uma situação em que os raios de luz que penetram no olho são focalizados antes de atingirem a retina. Como conseqüência, o míope tem dificuldade de enxergar à distância e tendência a aproximar objetos para enxergar melhor (tentativa de deslocar a imagem para a retina). Sendo assim, é necessário o uso de lentes corretoras (óculos, lentes de contato) com a finalidade de deslocar o foco para a retina melhorando, dessa forma, a visão. Em alguns casos, depois de estabilizada a miopia, o erro refracional da miopia pode ser minorado, eliminando a dependência das lentes corretoras.
A alta miopia pode cursar com alterações de fundo de olho que devem ser acompanhadas de perto.
A miopia de início repentino na vida adulta deve ser avaliada minuciosamente, pois pode representar sinal de outra patologia (catarata ou diabete).
Sua correção é feita através de lentes divergentes (negativas).
Miopia Correção
Hipermetropia:
A hipermetropia é uma situação em que os raios de luz que penetram o olho são focalizados atrás da retina. A hipermetropia moderada não provoca diminuição da visão no jovem, pois o olho possui um mecanismo compensatório intrínseco (acomodação) capaz de trazer a imagem de volta à retina às custas de um maior trabalho da musculatura ciliar. Este trabalho extra traz ao hipermétrope desconforto (astenopia) como: cansaço na leitura, cefaléia, sono, ardor e lacrimejamento. Nos graus mais elevados de hipermetropia ou com a idade (presbiopia), estes mecanismos são insuficientes, causando baixa de visão.
Sua correção é feita através de lentes convergentes (positivas).
Hipermetropia Correção
Astigmatismo:
O astigmatismo é causado por irregularidade na superfície da córnea e/ou do cristalino, fazendo com que os raios de luz cheguem à retina em zonas diferentes dificultando, dessa maneira, a visão tanto para longe quanto para perto (imagem desfocada). Os sintomas mais comuns são cefaléia e fotofobia.
Sua correção é feita com lentes cilíndricas.
Astigmatismo Correção
A correção atualmente é feita através de implante de LIO (lente intra-ocular), geralmente convergente (positiva), substituindo assim o cristalino original.
Também chamada "vista cansada", a presbiopia faz com que as pessoas em torno dos 40 anos passem a apresentar dificuldade para enxergar de perto. Isso acontece devido às alterações na elasticidade do cristalino. A presbiopia é progressiva, fazendo com que o présbita torne-se dependente dos óculos para a leitura. O primeiro sinal da presbiopia é afastar objetos para ver melhor.
Aproximadamente aos 45 anos de idade, a maioria das pessoas necessita de algum tipo de lente corretiva, óculos por exemplo, para lidar com os efeitos da Presbiopia.
Conhecido como "carne no olho", o pterígio corresponde a um espessamento fibroso da conjuntiva que cresce em direção à córnea. Confere ao olho um aspecto avermelhado que piora com a exposição a agentes como poeira, vento e sol. O tratamento depende da intensidade de incômodo ao paciente ou do comprometimento do eixo visual.
É um aumento exagerado na curvatura da córnea, causando astigmatismo alto e freqüentemente irregular. Há diversos graus de ceratocone sendo que o tratamento varia desde o uso de óculos e lentes de contato até transplante de córnea para os casos mais graves.
1. Anisometropia (diferença de grau de hipermetropia, astigmatismo ou miopia entre os olhos) - O cérebro registra e desenvolve apenas a visão do olho melhor;
2. Estrabismo - O cérebro exclui a visão do olho desviado para se proteger da diplopia (visão dupla);
3. Catarata congênita - O período que o olho ficou privado de estímulo pode ser causa do não desenvolvimento de visão, mesmo após remoção da catarata.
O tratamento consiste na utilização forçada do olho amblíope (oclusão do olho bom) e precisa ser feito precocemente, enquanto o cérebro ainda estiver apto ao desenvolvimento de visão (até os 10 anos de idade). Quanto mais tempo o olho permanecer em desuso, maior a dificuldade da reversão do quadro. O sucesso do tratamento depende da idade da criança no início do tratamento, da adesão da família e da severidade da ambliopia. Isto demonstra a necessidade do exame oftalmológico precoce.
Estrabismo
Estrabismo é o desvio de um ou ambos os olhos. É conhecido como "vesguice" ou "olho torto". O desvio pode ser constante ou intermitente, convergente (para dentro) ou divergente (para fora). Há diversos tipos e causas de estrabismo e assim formas diferentes de tratamento para cada caso (variando desde a prescrição de óculos até cirurgia). Vale lembrar que o estrabismo pode ser acompanhado de ambliopia ou pode ser apenas um dos sintomas de patologia mais grave (tumores, doenças do sistema nervoso central). Desta forma, o portador de estrabismo deve ser avaliado por um especialista assim que manifeste o desvio para diagnóstico precoce, sendo submetido a um tratamento apropriado em tempo hábil.
Cirurgia refrativa a laser
Nos últimos anos, é grande a procura pela cirurgia refrativa por pacientes ávidos a abandonar os óculos. No entanto, a cirurgia deve ser encarada com seriedade, sendo que o paciente á exposto não só à segurança da evolução da técnica, mas também aos eventuais riscos que a cirurgia envolve.
O sucesso da cirurgia em míopes chega a 98%, tendo maiores chances os pacientes adultos com refração estabilizada e olhos saudáveis.
É toda e qualquer inflamação da conjuntiva (membrana transparente que recobre o terço anterior da esclera). Pode ser de origem infecciosa (viral, bacteriana), alérgica, tóxica, reativa, etc... Seus principais sintomas são: hiperemia (olho vermelho), ardor, lacrimejamento, secreção, prurido e sensação de corpo estranho. Vale lembrar que nem todo "olho vermelho" é sinal de conjuntivite e que, diante da diversidade de tipos de conjuntivite, a auto-medicação deve ser evitada.
Caracteriza-se por ardor ocular, vermelhidão dos bordos palpebrais e crostas nos cílios, sendo que os sintomas costumam ser pior pela manhã. O tratamento constitui da prática de higiene dos bordos palpebrais e cílios e uso de pomada/colírio antibiótico associado a corticóide, quando necessário. Em casos rebeldes ao tratamento convencional, antibioticoterapia sistêmica pode ser necessária.
É uma inflamação granulomatosa e indolor das glândulas existentes na pálpebra. O tratamento consiste em sua drenagem.
É uma inflamação localizada, aguda e dolorosa das glândulas presentes nas pálpebras. O tratamento consiste em calor local e no uso de colírios antibióticos e anti-inflamatórios.
Conhecido como "carne no olho", o pterígio corresponde a um espessamento fibroso da conjuntiva que cresce em direção à córnea. Confere ao olho um aspecto avermelhado que piora com a exposição a agentes como poeira, vento e sol. O tratamento depende da intensidade de incômodo ao paciente ou do comprometimento do eixo visual.
A catarata é uma opacificação do cristalino (lente natural presente no olho). Há diversos tipos de catarata : senil, congênita, traumática, metabólica, etc... A mais comum é a catarata senil que é parte do envelhecimento do organismo. Esse tipo de catarata senil surge como uma forma mais branda (catarata incipiente) e evolui para a forma mais avançada (catarata madura), diminuindo bastante a visão e podendo chegar ao nível de cegueira reversível. O sintoma mais comum da catarata é a visão nublada. Outros sintomas podem ser citados como: maior sensibilidade à luz ou à penumbra, e mudança freqüente de óculos.
Para a catarata, o tratamento é cirúrgico. O cristalino opaco é removido (cirurgia extra-capsular) ou emulsificado e aspirado (facoemulsificação) e em seu lugar é inserida uma lente intra-ocular transparente restaurando a visão normal. O sucesso da cirurgia de catarata é superior a 90%.
Com a evolução da técnica para a facoemulsificação, a cirurgia tornou-se ainda mais segura (incisão menor) e com resultados melhores (menor astigmatismo pós cirúrgico, tempo de recuperação menor).
Menos comum, mas de maior gravidade que a catarata senil é a catarata congênita. Esta requer correção cirúrgica precoce para evitar perda visual definitiva (ambliopia exanopsia), secundária à não estimulação da área visual da córtex cerebral.
Degeneração macular relacionada à idade
É uma condição progressiva com diminuição ou perda de visão central, de detalhes. Considerada causa importante de incapacidade visual em pacientes acima dos 60 anos, pode também começar mais cedo. O diagnóstico é feito com o exame de fundo de olho de rotina. Em sua fase inicial, manifesta-se apenas como drusas que, com o passar do tempo, tornam-se coalescentes, transformando-se em lesões geográficas e podendo complicar com a formação de membrana neovascular subretiniana. Há intensa pesquisa de tratamento para esta patologia, sendo que os tratamentos disponíveis, atualmente, visam apenas deter a progressão do dano visual, nada podendo o ser feito para recuperar a visão perdida até o momento. Este tratamento consiste em laserterapia e cirurgia.
Diabetes tem importantes e graves manifestações oculares, o que obriga o paciente diabético a ter um acompanhamento oftalmológico criterioso. O diabetes pode afetar o olho de diversas maneiras como:
• Diminuição de sensibilidade da córnea
• Hemorragia subconjuntival
• Catarata precoce
• Flutuação de erro de refração (alteração de grau dos óculos freqüente)
• Retinopatia diabética
Dentre estas, a mais grave é a retinopatia que em seu estágio mais avançado pode levar à formação de neovasos, hemorragia vítrea e descolamento de retina. Seu tratamento depende do estágio da doença (aplicação de laser focal, panfotocoagulação ou vitrectomia).
Consiste numa deficiência grave do sistema imunológico causada pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). Dentre suas manifestações oculares mais comuns podemos citar:
• • Sarcoma de Kaposi-tumor violáceo que compromete a pálpebra;
• Maior suscetibilidade e menor resposta a ceratoconjuntivites virais (especialmente herpética);
• Exsudatos algodonosos na retina;
• Retinite por agentes oportunistas em especial o Citomegalovírus;
2C - Equipe 5-C
in 2C, Equipe 05-C
O olho humano
A percepção visual do mundo se deve a interações complexas que envolvem a luz que atinge nosso globo ocular e suas estruturas ópticas, a transformção da onda luminosa em pulsos elétricos e a decodificação dessas mensagens em idéias.
Doenças relacionadas a visão:
Miopia
O indivíduo que tem dificuldades para formar imagem nítida para objetos distantes de seu globo ocular é considerado míope. Neste caso, o conjunto de lentes córnea-cristalino é demasiadamente convergente para o tamanho do globo ocular. Assim, as imagens dos objetos distantes formam-se antes da retina, de tal forma que, na retina, a imagem de cada ponto objeto torna-se uma pequena mancha, caracterizando o que no cotidiano, chamamos de imagem fora de foco.
Esse problema pode ser resolvido com o uso de lentes convergentes que abrandam a convergencia exagerada do conjunto cornea-cristalino. Para a correção definitiva pode-se alterar a curvatura da cornea por meio de cirurgia.
Hipermetropia:
Indivíduo que tem dificuldade para formar imagem nitida para objetos próximos de seu globo ocular é considerado hipermétrope. Nesse caso o conjunto de lentes cornea-cristalino é insuficiente convergente para o tamanho do globo ocular. Assim, as imagens dos objetos próximos forman-se após a retina, tal forma que, na retina, a imagem de cada ponto objeto torna-se uma pequena mancha. Esse problema pode ser resolvido com o uso de lentes convergentes que acentuam a pouca convergência do conjunto córnea-cristalino.
Astigmatismo
O astigmatismo é formado por uma curvatura não adequada em alguma região da córnea, ou mais raramente do cristalino. Ao olhar um feixe de linhas a pessoas com astigmatisma tem a sensação de conseguir enxergar algumas linhas com mais nitidez que outras. Para tornar normal a visão do portador de astigmatisma são utilizados óculos com lentes cilindricas ou toroidais.
Presbiopia:
É ligado à idade, no qual a visão de perto piora. A presbiopia é um processo natural, cujo resultado é a perda gradual da capacidade de acomodação. Com o avançar dos anos o cristalino vai endurecendo e sua forma deixa-se modificar com menos facilidade. As alterações causadas pela presbiopia costumam manifestar-se por volta dos 40 anos, completando-se pelos 70.
Daltonismo:
É a incapacidade de diferenciar as cores. O tipo mais comum é o daltonismo vermelho-verde. Ocorre em 8% dos homens e 0,4% das mulheres. Ele acontece quando os cones vermelhos ou verdes não estão presentes ou não estão funcionando corretamente. As pessoas com esse problema não são totalmente incapazes de enxergar o vermelho ou verde, mas costumam confundir as duas cores. Trata-se de um distúrbio hereditário e é mais comum em homens, pois a capacidade para enxergar cores é localizada no cromossomo X. As mulheres têm dois cromossomos X, então a probabilidade de herdar ao menos um cromossomo que consegue enxergar as cores é alta. Os homens, por outro lado, possuem apenas um cromossomo X. A incapacidade de enxergar qualquer cor, ou ver somente em tons diferentes de cinza, é muito rara.
Estrabismo:
Estrabismo é um defeito no alinhamento dos olhos, ou seja, eles apontam para diferentes direções. O desvio pode ser notado sempre ou esporadicamente. Um olho pode estar direcionado para frente enquanto o outro pode virar para dentro, para fora, para cima ou para baixo. As vezes, o olho desviado pode endireitar e o olho reto pode desviar. Estrabismo é uma condição comum entre as crianças, afetando cerca de 4% da população, mas também pode ocorrer mais tarde na vida. Pode ser hereditário (familiar) e ocorre igualmente em pessoas do sexo masculino e feminino.
CÓRNEA
É a parte visível e saliente do olho, é totalmente transparente e, juntamente com a esclerótica, forma o envoltório externo do globo ocular. Tem uma curvatura acentuada (cerca de 44,00 dioptrias, em média), sua espessura central é de 0,6mm. e a espessura periférica é de 1,3mm., seu diâmetro médio é de 12mm., podendo variar de 11mm. a 12,5mm. A córnea cobre ligeiramente a íris e a pupila, por onde a luz passa. Ela é de extrema importantancia com sua curtavtura acentuada faz com que os raios paralelos se convirjam e cheguem juntos à fóvea central.
ÍRIS
É o colorido do olho, é uma membrana de forma circular, com 12mm. de diâmetro com uma abertura circular, no centro, chamada de "pupila", cujo diâmetro médio é de 4,4mm. (em ambiente interno). A pupila parece preta mas é totalmente transparente e todas as imagens passam atravez dela. A íris fica localizada entre a córnea e o cristalino, ela funciona como uma espécie de diafragma de maquina fotográfica. Quando é exposta a muita luz dilata-se, diminuindo o tamanho da pupila e no escuro ela se dilata aumentando seu tamanho. Sua função é controlar a entrada de luz no olho, oque ajuda muito na sua preservação com o passar dos anos.
HUMOR AQUOSO
Substância semi-líquida, transparente, semelhante a uma gelatina incolor. Ela preenche a câmara anterior do olho e com a sua pressão interna, torna-o protuberante. O humor aquoso é renovado lenta e constantemente e o seu excesso é escoado pelo canal de Schlemn. Quando este canal entope, o olho fica com excessiva pressão, sendo uma das causas do glaucoma, doença que danifica a fóvea central, podendo causar cegueira parcial.
CRISTALINO
A função principal do cristalino é permitir a visão nítida em todas as distâncias. Quando se olha para perto, o cristalino torna-se convergente, aumentando o seu poder de refração e quando se olha para longe, torna-se menos convergente, diminuindo seu poder dióptrico.Este mecanismo diminui, à medida que os anos passam, até que surge a presbiopia.
HUMOR VÍTREO
Semelhante ao humor aquoso, mas este tem a função de torna-lo a forma aproximada de uma esfera, com a protuberância da córnea.
RETINA
Ela composta de milhares de células sensíveis à luz, conhecidas como fotossensoras. Estas células são conhecidas como: Cones (pertinentes à visão a cores) e Bastonetes (são os que proporcionam a visão em preto e branco e visão noturna).
NERVO ÓPTICO
Tem função exclusivamente sensitiva. Transporta as sensações visuais do olho para o cérebrocélulas ganglionaresretina no olho. (penetrando no crânio pelo canal óptico), formando-se por convergência das ao nível da
MÁCULA
É na mácula que se encontra a maior densidade de células cones do olho, responsáveis pela visão de cores. Essa alta densidade de cones faz com que a mácula seja o ponto do olho onde enxergamos com a maior clareza e definição. Porém, a grande quantidade de cones traz como conseqüência uma menor densidade de bastonetes. À noite, quando há pouca luz, os cones não conseguem ser estimulados com tanta eficácia, sendo nossa visão noturna fruto quase exclusivo da ação dos bastonetes.in 2A, Equipe 12-A on 16/11/2009







2A - 03 A
in 2A, Equipe 03-A on 15/11/2009
Ouvido Humano
Nosso ouvido é composto por 3 partes: O ouvido externo, ouvido médio e ouvido interno.
Eles servem para interpretar o som. A parte externa coleta o som e o transporta por um canal até o ouvido médio. Chegando no médio ele transforma energia de uma onde sonora em vibrações internas da estrutrua óssea do ouvido médio e logo após muda essas vibrações em uma onde de compressão ao ouvido interno. O ouvido interno tem como funçao transformar a energia da onda de compressão dentro de um fluido em impulsos nervosos que podem ser transmitidos em nosso cérebro.
Parte externa:
A parte externa do ouvido apresenta um canal de aproximadamente 2 cm. A orelha protege o ouvido médio e previni danos ao tímpano. Devido ao comprimento do canal , ele é capaz de amplificar os sons com frequências de aproximadamente 3000 Hz. Conforme o som se propaga através do ouvido externo, o som ainda está em forma de uma onda de pressão. Somente quando o som alcança o tímpano, na separação do ouvido externo e médio, a energia da onda é convertida em vibrações na estrutura óssea do ouvido.
Parte média:
O centro da membrana timpânica se conecta com o cabo do martelo, depois conecta – se com a bigorna e a bigorna com o estribo. Essas estruturas se encontram suspensas através de ligamentos. Os movimentos do cabo do martelo determinam no estribo um movimento de vai e vem, transmitindo o som para o líquido coclear. Assim, a energia mecânica é transformada em energia hidráulica. O funcionamento dos ossículos são como alavancas, eles aumentam as forças das vibrações mecânicas e agem como amplificadores da onda sonora.
Parte interna:
Quando cada vibraçao sonora entra na cóclea, a janela oval se movimenta para dentro, lançando o líquido da escala vestibular numa profundidade maior dentro da cóclea. A pressão que é aumentada dentro da escala vestibular movimenta a membrana basilar para dentro da escala timpânica, fazendo com que o líquido dessa câmara seja empurrado na direção da janela oval, provocando o arqueamento de lá para fora. Portanto, quando as vibrações sonoras provocam a movimentação do estribo para trás, o processo é invertido, e o líquido se movimenta na direção oposta através do mesmo caminho e a membrana basilar desloca-se para dentro da escala vestibular.
Movimento do líquido na cóclea quando o estribo é impelido para frente.
Surdez
A diminuição da audição denominada surdez, faz uma redução na percepção de sons e dificulta a compreensão de palavras.As dificuldades variam com o grau da surdez, podendo ser leve, moderada, severa e profunda.
Tipos de surdez :
A perda auditiva pode ser de condução quando existe um bloqueio no mecanismo de transmissão do som, desde o canal auditivo externo até o ouvido interno. Algumas causas importantes de surdez:
- Obstrução por acúmulo de cera ou por objetos introduzidos no canal do ouvido.
- Perfuração ou outro dano causado no tímpano
- Infecção no ouvido médio.
- Infecção, lesão ou fixação dos pequenos ossinhos (ossículos) dentro do ouvido médio.
A surdez neurossensorial (lesão de células sensoriais e nervosas) é provocada por algum problema no mecanismo de percepção do som desde o ouvido interno até o cérebro.
O olho humano, 2C - Grupo 13
in 2C, Equipe 13- C
O olho humano é um orgão que detecta a luz, e envia impulsos nervosos ao longo dos nervos ópticos para a visão e outras áreas do cérebro. Tem um diâmetro de aproximada
mente
O globo ocular fica acondicionado dentro de uma cavidade óssea e protegido pelas pálpebras. Possui em seu exterior seis músculos que são responsáveis pelos movimentos oculares, e também três camadas concêntricas aderidas entre si com a função de visão, nutrição e proteção. A camada externa é constituída pela córnea e a esclera e serve para proteção. A camada média ou vascular é formada pela íris, a coróide, o cório ou uvea, e o corpo ciliar a parte vascular. A camada interna é constituída pela retina que é a parte nervosa.
Existe ainda o humor aquoso que nutre a córnea e o cristalino, é um líquido incolor e que existe entre as partes que nutre. O humor vítreo é uma substância gelatinosa que preenche todo o espaço interno do globo ocular também entre a córnea e o cristalino. Tudo isso funciona para manter a forma esférica do olho.
O cristalino é uma espécie de lente que fica dentro de nossos olhos. Está situado atrás da pupila e orienta a passagem da luz até a retina. A retina é composta de células nervosas que leva a imagem através do nervo óptico
para que o cérebro as interprete.
Não importa se o cristalino fica mais delgado ou espesso, estas mudanças ocorrem de modo a desviar a pass
agem dos raios luminosos na direção da mancha amarela. À medida que os objetos ficam mais próximos o cristalino fica mais espesso, e para objetos a distância fica mais delgado a isso chamamos de acomodação visual. Porém, devido aos fenômenos da luz, tais como a lei da propagação retilínia, a nossa visão enxerga a imagem “de cabeça pra baixo” , ou seja, a imagem fica invertida. Nosso cérebro portanto possui a capacidade de percepção e a inverte para o normal, tornando-a entendível para o ser humano.
O olho ainda apresenta, as pálpebras, as sobrancelhas, as glândulas lacrimais, os cílios e os músculos oculares. A função dos cílios ou pestanas é impedir a entrada de poeira e o excesso da luz. As sobrancelhas também têm a função de não permitir que o suor da testa entre em contato com os olhos. A conjutiva é uma membrana que reveste inte
rnamente duas dobras da pele que são as pálpebras. São responsáveis pela proteção dos olhos e para espalhar o líq
uido que conhecemos como lágrima. O líquido que conhecemos como lágrimas são produzidos nas glândulas lacrimais, sua função é espalhar esse líquido através dos movimentos das pálpebras lavando e lubrificando o olho. O ponto cego é o lugar de onde o nervo óptico sai do olho. É assim chamada porque não existem, no local, receptores sensoriais, não havendo, portanto, resposta à estimulação. O ponto cego foi descoberto pelo físico francês Edme Mariotte (1620 - 1684).
A mácula ou macula lutea (do latim macula, "ponto" + lutea, "amarelo") é um ponto ovalado de cor amarela junto ao centro da retina do olho humano. Tem um diâmetro de cerca 1,5 mm. Do ponto de vista histológico, tem duas ou mais camadas de células ganglionares.
- Miopia - Os portadores de miopia têm dificuldade para enxergar longe. Em alguns casos, a visão também é ruím para perto.
- Hipermetropia - Os portadores de hipermetropia têm dificuldades para enxergar perto. Em graus maiores, a dificuldade pode ser também para longe.
- Presbiopia - Também chamado de vista cansada, comum após os 40 anos. Os portadores têm dificuldades para enxergar para perto, principalmente para leitura de letras pequenas, para costurar, para colocar a linha no buraco da agulha e para escrever. A maioria das pessoas que nunca usou óculos, nem nunca precisou usar, cairá neste grupo após os 40 anos de idade, com algumas exceções. A dificuldade para perto tende a piorar com a idade.
Astigmatismo - É um defeito existente na curvatura do cristalino, resultando em dificuldade para enxergar uma reta em determinada posição e não em outra. É corrigido com lentes de óculos chamadas "cilíndricas".
- Daltonismo - É uma perturbação da capacidade de percepção visual caracterizada pela incapacidade de diferenciar todas ou algumas cores, manifestando-se muitas vezes pela dificuldade em distinguir o verde do vermelho. Esta perturbação tem normalmente origem genética, mas pode também resultar de lesão nos órgãos responsáveis pela visão, ou de lesão de origem neurológica. Um caso curioso é a respeito de semáforos. Um portador de Daltonismo deve gravar as posições das cores, já que não consegue diferenciar.
Curiosidade: Os olhos vermelhos nas fotos de câmeras digitais é o sangue que ali circula pelos olhos das pessoas. Geralmente isso ocorre em fotos noturnas, quando a quantidade de luz é menor e nossas pupilas relaxam, dilatando-se. Para solucionar esse caso, as câmeras lançam vários flash´s para que a pupila se contraia e evite o olho vermelho.
http://www.youtube.com/watch?v=-gg0SOoEemY
http://www.youtube.com/watch?v=2iGaDu560tA&feature=fvw
http://www.youtube.com/watch?v=JunCyiGfreo (Em inglês)
in 2A, Equipe 05-A

O globo ocular, é o responsável pela captação da luz refletida pelos objetos à nossa volta. Essa luz atinge em primeiro lugar nossa córnea (tecido transparente que cobre nossa íris) com sua curva acentuada é o principal meio que faz com que os raios paralelos, vindo do infinito, se convirjam e cheguem juntos à fóvea central.A nossa íris fica localizada entre a córnea e o cristalino. Ela funciona como uma espécie de diafragma de máquina fotográfica. Quando exposta a muita luminosidade, diminui sua abertura central, e ao contrário, quando exposta a pouca luminosidade, dilata-se, aumentando o tamanho da pupila. A luz agora passa através do humor aquoso que trata-se de uma substância semi-liquida e transparente que preenche a câmara anterior do olho e, pela sua pressão interna, faz com que a córnea se torne saliente. Semelhante ao humor aquoso existe também o corpo vítreo, substancia que preenche internamente o globo ocular, fazendo com que tome a forma aproximada de uma esfera. Penetrando agora no globo ocular pela pupila, atingindo imediatamente o cristalino que funciona como uma lente de focalização, convergindo então os raios luminosos para um ponto focal sobre a retina. Na retina, mais de cem milhões de células fotossensíveis transformam a luz em impulsos eletroquímicos. Estas células são conhecidas como: Cones (pertinentes à visão a cores) e Bastonetes (são os que proporcionam a visão em preto e branco e visão noturna). A mácula é o ponto central da retina e região que distingue detalhes no meio do campo visual. O Nervo óptico é um grupo de fibras nervosas, de forma tubular, com algumas artérias, que conduz as imagens captadas pela retina e fóvea, para o córtex cerebral. Seu ponto de ligação com a retina é o ponto cego do olho. Então, no cérebro, mais precisamente no córtex visual ocorre o processamento das imagens recebidas pelo olho direito e esquerdo completando então nossa sensação visual.

A miopia,que não classificada como doença e sim como variação anatômica do olho,tem duas variações:
* Miopia de campo: O olho é mais alongado
*Miopia de curva: a córnea é muito acentuada
Lentes divergentes em óculos e lentes corrigem esta ametropia e também pode-se solucionar isto através de cirurgias.

HIPERMETROPIA: É o reverso da miopia.A hipermetropia tem maior dificuldade para visão de perto,porém ocorre também para longe.é causada provavelmente pela curva muito baixa da córnea ou por,no plano horizontal,o olho ser muito pequeno.Vale ressaltar que nem sempre o hipermetrope enxerga mal para perto.
O tratamento é feito com lentes convergentes ou convexas em oculos ou lentes de contatos.A partir dos 21 anos pode-se realizar uma cirurgia.

O tratamento pode ser feito por lentes de contato,óculos de grau ou cirurgia.

A solução para este problema é uso de óculos de grau com lentes bifocais.


ESTRABISMO: Ocorre quando os olhos deixam de ser paralelos,o estrabismo pode ser encontrado em três formas:
*Convergente(um dos olhos para dentro)
*Divergentes(um dos olhos para fora)
* Verticais(uma mais acima ou abaixo do que o outro)
Pode ser corrigido com óculos,e quando somente o óculos não resolve realiza-se a cirurgia.


